segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Jiu-Jitsu

Jiu-Jitsu 20/11

Montada e Raspagem

Montada- é quando o atleta fica por cima do adversário, a montada vale pontos na luta.

Raspagem - é a inversão das posições, durante a luta, se o atleta conseguir coloocar as costas do outro no chão, ganha 2 pontos.

















Posição 100 kilos

Quando o atleta fica por cima do outro, e consegue domina-lo, segurando o braço, a cabeça, ou o tronco do adversário.














Armlock

Técninca de colocar o braço do adversário no meio de suas pernas; segura o punho do adversário, e levanta o quadril.
















Mata-Leão

Estrangulamento feito pelas costas do adversário, muito utilizado para finalizar as lutas.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Perda Rápida de Peso


            A perda rápida de peso em para lutadores é uma prática comum, eles fazem isso para alcançar o peso ideal de todas as categorias. Existem vários métodos para os atletas perder peso antes da pesagem, porem isso pode trazer malefícios que essa perda de peso muito rápida trás para o aspecto fisiologia e no desempenho do atleta.
            Vários estudos enfocam o impacto de uma rápida perda de peso nos vários parâmetros de desempenho físico. Os métodos principais de redução de peso são a manipulação da dieta utilizando uma alimentação balanceada, o jejum e a redução ou eliminação da ingestão de líquidos
            Outras estratégias são: atividades aeróbicas destinadas a reduzir a gordura corporal, desidratação conseguida por exposição ao calor (sauna) ou exercícios com vestimenta fechada com várias camadas para aumentar a temperatura corporal conseqüentemente maior transpiração.
            O uso de diuréticos, laxativos e dietas com baixíssima ingestão calórica também foi relatado por vários lutadores. Alguns atletas chegam a uma redução do percentual de gordura para 4%, correndo grandes riscos de desenvolver quadros de bulimia. A perda rápida de peso faz com que o atleta tenha desequilíbrio hormonal, diminui o nível de hidratação do mesmo e muito mais, e tudo isso causa diminuição de força e de potência muscular, e ao mesmo tempo causam fadiga muscular, então essa perda de peso não reduz gordura, mas sim massa magra e muito liquido. Atingindo assim diretamente a desempenho do atleta.
            A perda rápida de peso antes dos procedimentos de pesagem para competição, seguida por um aumento rápido de peso assim como pela repetição desse procedimento foi estudada por vários estudiosos, não sendo significativas as alterações sobre os efeitos na capacidade anaeróbica. Já no desempenho aeróbico em geral foi prejudicado por esses procedimentos. Isso pode ser explicado pela desidratação e a depleção de glicogênio muscular.
            Na produção de Força com relação aos efeitos da perda de peso sobre a força, os resultados da literatura apresentam algumas divergências em função do tipo de ação muscular (isométrica, isotônica ou isocinética), do muscular avaliado e do protocolo de perda de peso (com ou sem período de re-hidratação). De um modo geral, apesar da maior parte dos estudos não sustente a hipótese de prejuízo da força, os dados são um importante indicativo de que possivelmente essa diminuição na força não ocorra pela redução aguda de peso, principalmente se considerarmos o tempo de recuperação após a pesagem, mas que ocorra ao longo da temporada e dos ciclos de ganho e perda de peso.
            No caso dos efeitos fisiológicos dentre os principais efeitos potencialmente prejudiciais à saúde estão: alteração na concentração de alguns hormônios, como aumento do GH e diminuição da testosterona; diminuição do fluxo sanguíneo renal e do volume de filtração glomerular; aumento da perda de eletrólitos; diminuição da atividade do sistema imunológico; e interrupção temporária do crescimento.
           Nas funções cognitivas os atletas submetidos a dietas hipocalóricas apresentam aumento do estado de confusão, depressão, raiva, fadiga mental, tensão, depressão e sentimento de isolamento, com diminuição concomitante do vigor e da auto-estima. Muitos atletas também relatam vontade descontrolada de comer após a competição ou fora da temporada de luta.
            E por fim no desempenho anaeróbio Em função da grande diversidade dos protocolos de avaliação do desempenho, dos métodos utilizados para a redução do peso e do período entre a pesagem e a aplicação dos testes, não se tem ainda uma resposta conclusiva a respeito da influência da perda rápida de peso sobre o desempenho anaeróbio e suas implicações ao desempenho em lutas.
            A maioria dos estudos que enfocou os efeitos de uma reidratação rápida e de um aumento de peso como sendo habituais no dia da competição mostra que o desempenho retorna aos níveis que vigoram antes da redução ponderal, apesar do fato de que a recuperação nutricional ainda pode ser incompleta.
            Então, com isso o trabalho de perda de peso rápida não é uma boa escolha dos lutadores, mesmo quando ele estará reduzindo para lutar em uma categoria abaixo da sua, deve haver um trabalho de reeducação alimentar, mantendo sempre uma dieta e quando necessário tenha uma perda gradual de peso, para não diminuir seu desempenho durante a luta, isso é possível se houver conhecimento e organização tanto por parte do atleta e do treinador e assim trabalhando com um profissional capacitado.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Capoeira


A capoeira é um processo dinâmico, coreográfico, desenvolvido por 2  parceiros, caracterizado pela associação de movimentos rituais, executados em sintonia com ritmo Ijexá(dança africana), regido pelo toque do berimbau, simulando intenções de ataque, defesa e esquiva, ao tempo em que exibe habilidade, força e autoconfiança, em colaboração com o parceiro do jogo, pretendendo cada qual demonstrar habilidade superior à do companheiro. O complexo coreográfico se desenvolve a partir dum movimento básico denominado de gingado, do qual surgem os demais num desenrolar aparentemente espontâneo e natural, porém com um objetivo dissimulado de obrigar o seu parceiro a admitir a própria inferioridade. Dentre as características mais importantes da capoeira destacamos a liberdade de criação, a estrita obediência aos rituais, a preservação das tradições, o culto dos antepassados e o respeito aos mais velhos como repositórios da sabedoria comunitária. 


Capoeira - Elementos técnicos

 * MOVIMENTAÇÃO:
- Ginga;
- Triângulo Invertido (braço contrário da perna da frente).



* ATAQUE:
- Meia-Lua (frente, compasso);
- Rasteira;
- Chute Martelo (circular);
- Açoite;
- Benção (chute frontal);
- Armada (giro);
- Queixada (passada);
- Cabeçada;
- Telefone;
- Projeções (tesoura e rodão).



*DEFESA:
- Cocorinha;
- Esquiva Lateral;
- Caranguejo.



*FLOREIOS:
- Aú;
- Beija-Flor;
- Ponte;
- Bananeira.



*Música:
- 4 tempos (3 marcados e 1 livre);
- Instrumentos musicais (berimbau, caxixi, pandeiro, atabaque).


Karate

A origem e história do Karaté é muito incerta. Não existe mesmo uma data ou uma época em que possamos verdadeiramente definir o princípio do Karaté. No entanto, reportando á bibliografia da especialidade, todos os historiadores, autores e mestres que escreveram sobre este assunto são unânimes em estabelecer a ligação com o nome do patriarca do Zen, "Bodhidarma" estritamente ligado ás primeira formas de Karaté como método de combate e ao mesmo tempo exercícios em que o corpo e espírito participariam com uma noção de indivisibilidade, que permitiriam ao homem a ascensão à "verdade única", quer dizer, a um estado de iluminação e de clareza que lhe daria o verdadeiro conhecimento e a paz de alma. Recuando ainda mais através da história, contam certos manuscritos antigos que viveu na Índia um príncipe que passava o tempo a observar os animais nos seus combates e analisava atentamente os seus movimentos.

Ele classifica todas as suas observações e tenta transpor um certo número de técnicas de combate dos animais de pressa e voo para serem utilizadas pelo homem. Numa segunda etapa, o mesmo príncipe sacrifica algumas centenas de escravos na busca exacta do sítio onde se encontravam os pontos vitais do corpo humano. Esta lenda, verdadeira banho de sangue inútil, não tem todavia qualquer relação com a utilização milenária chinesa, dos métodos de "Acupunctura", o processo de picagem com agulhas nos pontos principais sensitivos, para reanimação e até cura de certas doenças. Também na china o Karaté era conhecido há cerca de 5000 anos, onde era praticado, contudo, com um sentido mais ginástico, (mas sempre como imitação simplificada do movimento de ataque e defesa) destinado a manter o equilíbrio e diminuir a tensão nervosa. A fonte de inspiração foi ainda a observação dos animais ferozes como o tigre, a águia, etc.. Esta imitação dos animais tem, contudo, um sentido lógico e extraordinariamente concreto. Com efeito, se estudar-mos atentamente o ataque da pantera, o chamado "bote felino" encontraremos uma velocidade de ataque relâmpago e sempre ao ponto sensível dos animais carnívoros, a veia jugular.

O próprio avanço, recuo, voltagens, esquivas dos movimentos de Karaté, assemelham-se aos dos felinos em combate. É óbvio que um karateca a nível elevado pode enfrentar com êxito, em luta de vida ou de morte, qualquer tipo de animal, mesmo um leão ou um tigre. Contam certa lendas orientais que existiu um guerreiro japonês, já em épocas recentes, que, para divertimento do seu príncipe, enfrentava com as mão vazias qualquer animal feroz, aniquilando-o a golpes de Karaté, a ponto de esmagar o próprio crânio da fera. Já mais recentemente, em 1953, Mestre Oyama, o famoso karateca coreano inventor do estilo Kiokushinkai, diante de um público numeroso, enfrentou um touro bravo de 600 kg., abatendo-o com um golpe sobre a testa depois de lhe haver cortado os chifres tendo sido toda a cena registada e filmada. Ainda voltando ás origens do Karaté, está definitivamente estabelecido ter sido na China, com a técnica de combate designada Kempo, que avançou mais a técnica, sobretudo procurando a maior velocidade possível de execução. Esta arte era de inicio reservada aos nobres, desenvolvendo como desporto popular na dinastia de "Han", cerca de 300 anos antes de Jesus cristo. As técnicas de combate sem armas desenvolveram-se mais na China, com a vinda da dinastia "Ming". A espantosa imaginação criadora dos chineses, (libertados da invasão Mongólia de "Gengis-Kan"), deu lugar á criação de novos métodos de combate sucessivamente aperfeiçoados.




Fundamentos e Técnicas do Karate



Através das técnicas básicas ou fundamentos, inicia-se o estudo do Karate. São movimentos de fácil aprendizado que devemos aperfeiçoar ao longo de vários anos de treinamento vigoroso e constante, a fim de alcançar maior eficiência. A forma correta de execução das técnicas proporciona melhor estabilidade articular para suportar o contra-impacto decorrente da aplicação das mesmas, aumentando o equilíbrio e possibilitando a rápida troca de posição do centro de gravidade. O que facilita a passagem de um movimento para outro em grande velocidade.

Uma boa base favorece o trabalho harmonioso de todo o corpo para a ampliação da potência dos golpes. Um ataque ou defesa forte é conseguido somente pela execução de bases corretas. Eles dependem de equilíbrio, liberdade para o giro do quadril, velocidade e força, que são necessários à realização do movimento. Eles dependem também da cooperação dos músculos agonistas e antagonistas (coordenação da contração/descontração muscular) para alcançar uma forma firme e estável.

Cada base tem um objetivo e deve ser treinada corretamente. A descaracterização da base para torná-la mais confortável, reduz ou elimina a eficiência das técnicas de ataque ou defesa e desacelera ou estagna o progresso do praticante.

Bases mais utilizadas:

SHIZEN-TAI - Posição natural. Pernas estendidas, corpo ereto e relaxado, utilizando-se o mínimo de gasto de energia para mantê-lo nesta posição. Pode-se passar facilmente a posição de ataque ou defesa. Engloba diversas formas diferenciadas pela disposição dos pés.

Renoji-dachi- pés em L, calcanhares alinhados com distancia de aproximadamente um pé entre eles.

Heiko-dachi - pés paralelos, alinhados, mantendo a distancia da largura do quadril para as mulheres, ou do ombro para os homens.

Heisoku-dachi - pés unidos, calcanhares e pontas dos pés tocam-se ligeiramente.
Musubi-dachi - pés abduzidos, os calcanhares se tocam.
ZENKUTSU-DACHI - Posição avançada. Muito eficiente para trabalhar a força para frente nos ataques. É também utilizada nas defesas.
- Os pés afastam-se no plano sagital em aproximadamente 80cm e lateralmente na largura do quadril, com toda a planta no chão. A ponta do pé da frente dirige-se para frente ou ligeiramente para o interi-or, enquanto o pé de trás dirige-se para frente o máximo possível.
- O joelho da perna da frente deve estar flexionado e o da perna de trás estendido. Ambos encontram-se contraídos para fora. Traçando uma linha perpendicular do joelho ao chão, esta deve situar-se ao lado da base do dedão.
- 60% do peso do corpo são sustentados pela perna da frente, os 40% restantes, pela perna de trás.
- 0 tronco permanece perpendicular ao chão e for-tenente assentado sobre o quadril em retroversão (quadril encaixado).
KOKUTSU-DACHI - Posição recuada. É uma postura muito forte, sendo bastante eficaz para defender ou esquivar para trás ou obliquamente e trocar rapidamente para zenkutsu-dachi no contra-ataque.
- Os pés encontraram-se alinhados e afastados no plano sagital em aproximadamente 80cm. O pé de trás, apontado para o lado, suporta sobre toda planta 70% do peso do corpo, enquanto o pé da frente, apontado para frente, suporta os 30% restantes. Ambos formam aproximadamente um ângulo de 90 graus entre si.
- O joelho da perna de trás dobra-se para o lado e contrai-se fortemente para fora. Uma linha perpendicular ao chão deve passar pelo meio do joelho e cair ao lado da base do dedão. O joelho da perna da frente acha-se ligeiramente flexionado e apontado para adiante.
- O quadril encaixado assenta o tronco perpendicular ao chão.
KIBA-DACHI - Posição de cavaleiro. É uma postura muito forte para a aplicação de golpes para os lados. Seu nome é devido à semelhança com a posição de cavalgar.
- Os pés se afastam no plano frontal em aproximadamente 80 cm, mantendo-se alinhados e paralelos. Aderem fortemente ao chão com toda planta.
- Os joelhos dobrados para frente com contração para fora, de forma que a linha perpendicular caia ao lado da base do hálux.
- O peso do corpo divide-se igualmente entre as duas pernas.
- A retroversão do quadril é importante na manutenção do equilíbrio. O tronco deve manter-se perpendicular ao chão.



TSUKI - Ataque direto - soco 
São golpes muito aplicados, de grande eficiência, que podem derrubar o oponente com um só impacto.
Realiza-se estendendo o cotovelo, flexionando o ombro e girando o antebraço 180 graus para o interior, aplicando a força com as segunda e terceira articulações metacarpofalângicas. Partindo da altura do quadril, a mão percorre trajetória retilínea até atingir o objetivo. O antebraço, cotovelo e braço passam rente ao corpo.
A extensão da perna de trás, empurrando o solo com o pé transforma o impulso em força horizontal que é transmitida ao quadril, se conecta aos ombros e chega ao braço.
O poder gerado pela rotação do quadril, utilizando a coluna vertebral como eixo de giro, une a ele os ombros em seu impulso centrífugo, aumentando a força e a velocidade do ataque, a qual, por sua vez, se multiplica pela extensão súbita do braço de ataque e simultânea recolhida do braço oposto.
Assim, impulso e giro do quadril, extensão do braço de ataque e recolhimento do braço oposto, coopera para que se alcance a força resultante da velocidade.
Ao executar um tsuki o corpo deve estar relaxado, contraindo somente a musculatura necessária à obtenção de uma força veloz. Apenas no momento do impacto, todo corpo coopera para concentrar a força ao máximo.
GYAKU-ZUKI - Soco inverso. Braço contrário ao pé da frente.
OI-ZUKI - Soco andando. Braço correspondente ao pé que deslocou à frente.
MOROTE-ZUKI - Socos simultâneos. Braços paralelos horizontais ou verticalmente.
DAN-ZUKI - Socos consecutivos com o mesmo punho.



KERI - Ataque de perna - pontapés
O pontapé é um dos fundamentos do Karate. Quando se aprende sua execução corretamente, consegue-se obter uma potência muito superior ao tsuki.
Ao realizar um ataque sustenta-se o peso do corpo sobre um pé de apoio, que deve assentar-se firmemente no solo com toda a planta, mantendo tornozelo e joelho ligeiramente flexionados e contraídos, a fim de suportar o choque originado pelo impacto. O joelho da perna de ataque é elevado flexionado, diminuindo o braço de alavanca, para alcançar, quando da sua extensão, maior velocidade.
É importante ter em mente que não é unicamente o pé que golpeia, mas que se deve projetar o quadril, tomando todo o corpo o sentido do ataque. Também deve ter-se em conta que após a finalização do pontapé, o pé deve ser recolhido rapidamente para que não seja agarrado, e para voltar a uma posição de maior equilíbrio, a fim de executar a técnica seguinte.
A força do ataque depende da longitude do arco da execução, da velocidade com que se percorre este arco (flexão ou extensão da coxofemoral + extensão do joelho) e da contração muscular no momento do impacto.
MAE-GERI - Pontapé frontal.
O joelho da perna de ataque passa rente ao joelho da perna de apoio e o pé de ataque rente e acima deste. O quadril desloca-se horizontalmente durante todo o movimento, atingindo-se o objetivo com a base inferior dos dedos.
YOKO-GERI - Pontapé lateral.
Eleva-se o joelho da perna de ataque passando com o pé rente a perna de apoio, apontado para frente ou para a lateral do corpo. A ponta do pé virada para frente e o bordo externo para baixo e paralelo ao chão, descreve urna trajetória em arco. Atinge-se o objetivo com o bordo externo do pé.
MAWASHI-GERI - Pontapé circular.
Eleva-se o joelho lateralmente, bem flexionado, colocando a perna paralela ao chão, com o pé apontando para o lado e a planta virada para trás. A coxa descreve um círculo amplo. O quadril deve acompanhá-la nessa trajetória, até a finalização do movimento com a extensão do joelho. 0 ponto para impacto pode ser à base dos dedos ou o dorso do pé.



UKE WAZA - Técnicas de defesa
A defesa é um dos fundamentos mais importantes. Uma falha na sua execução pode ser fatal.
Deve-se identificar corretamente a direção do ataque para realizar uma defesa adequada a ele. O recolhimento do braço contrário, o giro do quadril e a rotação do antebraço aumentam a potência da defesa, desviando-o mais facilmente.
Para aumentar a resistência da defesa, deve-se concentrar a força no músculo grande dorsal, colocando o cotovelo próximo ao corpo e na altura da orelha e aproximando o cotovelo até um punho (10cm) de distância do corpo.
Se a defesa ultrapassa os limites do corpo, não se pode concentrar a força no grande dorsal, nem realizar um rápido contra-ataque. As técnicas de defesa devem ser finalizadas em uma posição adequada, aumentando sua eficiência e facilitando a execução da técnica seguinte.
AGE UKE - Defesa alta.
O antebraço desloca-se de baixo para cima descrevendo um arco na frente do corpo. A mão pára a 10cm da testa com a palma girada para frente, e o antebraço em posição oblíqua. No momento do impacto com o golpe do adversário, deve-se apertar fortemente a mão, contraindo os músculos do antebraço em cooperação com todo o corpo.
SOTO-UKE - Defesa média para dentro.
Eleva-se a mão até a altura da orelha, colocando o braço paralelo ao chão e ligeiramente para trás. Deste ponto inicia-se uma rotação descendente até atingir o cotovelo, antebraço e punho, verticalizados no plano sagital, a linha mediana do corpo. Antebraço e braço formam um ângulo reto. Finaliza-se com a palma da mão girada para o peito, na altura do ombro.
UCHI-UKE - Defesa média para fora.
O antebraço que defende traça um arco desde a axila do braço oposto. Desloca-se o punho para o exterior, baixando o cotovelo até que este se aproxime das costelas. O antebraço gira, colocando a palma da mão virada para o peito, na altura do ombro.
GEDAN-BARAI - Defesa baixa.
Eleva-se o braço para colocar o punho junto à orelha do lado oposto, com a palma da mão virada para ela. Deste ponto baixa-se e estende-se o cotovelo até que o punho esteja aproximadamente 15cm acima do joelho. É uma defesa eficiente contra os ataques ao abdome, golpeando o golpe do adversário. Finaliza-se com o cotovelo totalmente estendido e a palma da mão virada para trás.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Jogos de oposição

 


Jogos de oposição

Os jogos de oposição transformam uma briga para um jogo com regras. Ela possui uma ação motora de ataque e defesa.
Os jogos de oposição despertam a motivação nas crianças na qual permite a descoberta de ações fundamentais de combate, usando um mesmo movimento motor da forma mais diversificada possível.
Os jogos de oposição se classificam nas seguintes atividades, desequilibrar, atenção, agilidade, rapidez, onde evita o contato direto com o adversário. A imobilização, reter, onde serve para se livrar do adversário. Jogo de conquista de objeto, Jogo de conquista de território e Combate todas as ações juntas, o combate completo.

Característica de Ataque

É agarrar qualquer parte do corpo, reter o movimento do adversário, desequilibrar puxando ou empurrando, imobilizar e tocar o adversário. 

 

Característica de defesa

É esquivar-se resistir, livrar-se e bloquear o ataque adversário se mantendo em uma distancia razoável.

 

Jogo Conquista de território: Pique bandeira

A turma foi dividida em 2 grupos , o tatame dividido com uma corda no meio e cada equipe tinha uma bola dentro de um arco. O objetivo do jogo era ver qual das duas equipes conseguisse pegar a bola da equipe adversário e traze-lo para o seu lado do tatame primeiro.
Foi trabalhado para quem atacava o agarrar, reter, tocar, desequilibrar e imobilizar e para quem defendia trabalhou o resistir, esquivar e livrar.

 

Jogo de conquista de objeto

A professora dividiu em dois grupos, cada grupo em uma lateral do tatame e numerou os alunos dos grupos. Colocou uma bola no meio e um arco em cada lado do tatame. O professor fala um numero onde os alunos que receberam esse numero teve que ir de joelho pegar a bola e tentar levar ate o arco do adversário.
Quem atacava trabalhou o agarrar, imobilizar e desequilibrar e quando se defendia trabalhava o resistir, esquivar e livrar.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Resenha do artigo "A evolução sócio-histórica do judô - Primeiras aproximações".

Este artigo apresenta a evolução histórico-social do judô. O judô como elemento da cultura corporal. Dentro da origem do judô, o profissional da área de Educação Física tem que trabalhar com seus alunos os pontos essenciais que  são: Isolamento geográfico do Japão; onde não desenvolvia tecnologicamente, armas e matérias, latifúndios, em que existiam grandes proprietários de terra, onde surgiram grandes conflitos no período dos samurais e o Jiu-Jitsu, que fazia parte da formação dos samurais, em que bastava o uso do corpo, lutas de golpes contundentes e de morte, onde que mais tarde foram incorporados no judô.

         O judô passou a ser globalizado e conforme não poderia deixar de ser, a modalidade tornou-se olímpica em 1964 em Tóquio, e aos poucos, como os autores criticam, foi perdendo o seu significado sociocultural para se tornar um esporte de rendimento, de treinamento exaustivo, onde só a vitória interessa, e é exatamente isso que os autores contestam o judô como prático da cultura corporal também pertencente ao Brasil, deve ser ensinado também no âmbito histórico e sociocultural.

          Dentro do judô, existem várias formas de ensino em escolas e em outros centros, basta às pessoas acreditarem e seguirem com um projeto bem elaborado, mostrando não só as técnicas e táticas do esporte, como também sua rica história e origens, demonstrando que as lutas em geral não são apenas pancadaria e violência, e que vai muito além de uma questão cultural, uma questão de tradições de determinados povos.

CORDEIRO Jr.  et al. A evolução sócio-histórica do judô - Primeiras aproximações. Revista da Educação Física (EUM, 1011): 13-21, 1999.

sábado, 15 de setembro de 2012

Técnicas de quedas - Judô

Técnicas de quedas. 


Atividade 1 - Aquecimento em duplas.


Alongamento foi feito em duplas, por um acadêmico da turma. No aquecimento, os acadêmicos deveriam formar duplas, e todos os comando que a professora dava, os alunos deveriam realizar em duplas, movimentos como: deitar, sentar, rolamento para frente, e etc.


Atividade 2  - Rolamento em duplas.


Nessa atividade, um aluno deveria deitar de costas no chão, e o outro deitar em cima, cada um segurava na perna do outro, e iriam rolar até o final da sala.

Atividade 3 - Rolar "sentado"


Todos os acadêmicos sentados no chão, teriam que unir as solas dos pés, teriam que se soltar, e depois conseguir voltar sem que as solas se separassem.

Atividade 4 - Rolamento Frontal.



Na iniciação, a professora passou que o queixo deveria estar encostado no peito, depois que colocasse os dois braços no chão para dar apoio, e em seguida colocasse a cabeça no chão, mantendo as pernas flexionadas, e depois seguir o movimento das pernas, para que o movimento fosse executado, e a finalização do movimento, era sentado.

Atividade 5 - Queda de Costas.



Para iniciar, foi pedido que todos ficassem sentados, a pessoa jogaria o seu corpo para trás, e levantaria as pernas, batendo os braços no chão.
Depois de realizada a iniciação, a professora pediu para que todos deitassem com a cabeça de lado, quando a pessoa deitasse, e colocasse a cabeça de lado, lançaria as pernas por cima, e acabaria o movimento sentado.

Atividade 6 - Queda Lateral.



A pessoa deveria deitar de lado, estender o braço que que fica em baixo, mantendo as pernas flexionadas.

Atividade 7 - A-Do-Le-Ta.


Na posição de queda lateral, os acadêmicos deveriam fazer uma vez para cada lado, com o ritmo da música, no final da música, deveriam tentar tocar o abdômen, do individuo do lado.

Atividade 8 - Pegada no Judô.



A professora mostrou como é feita a pegada no judô, mão direita no colarinho esquerdo do kimono, e a mão esquerda na manga direita.
Seguido da demonstração, os alunos deveriam tentar derrubar os outros, sempre nessa mesma pegada.

Atividade 9 - "Vassourinha" (De-Ashi-Barai)



Começou sendo realizada sozinha, onde era realizado dois passos para o lado, não podendo cruzar as pernas.
Depois disso, foram formadas duplas, em que os dois faziam a pegada, e realizavam o movimento, dando dois passos para o lado, porém sem derrubar.
Em seguida, fazendo a mesma coisa, porém agora derrubando a sua dupla.

Atividade 10 - Encaixe da Queda.


Foi mostrado pela professora, como se faz o encaixe para a técnica Ippon-Seoi-Nage, os alunos fariam duplas, um ficava de costas para o outro, que ficava de braços abertos, o que estava na frente realizaria o encaixe, e levantaria a pessoa.

Atividade 11 - "Bananinha" (Ippon-Seoi-Nage)



Os alunos fariam a pegada, depois disso, fariam a "bananinha", depois faria a projeção, e por fim derrubava a sua dupla.

Atividade 12 - Rolo Compressor.


Divididos em dois grupos, feminino e masculino, os alunos deveriam ficar deitados com a barriga no chão, e os outros passavam por cima, chegando até o final da fila.